Nossa
missão é
somar sempre
Um pensar fora da caixa, desprovido de ilusionismo
Usando a Teoria do Louco, e a mente esquizofrênica de Donald Trump, o mundo está descrito da seguinte forma
"Quando o poder de um QUADRADO, controla um TRIÂNGULO, que por sua vez controla o CIRCULO, eis uma verdade incontestável e verossímil."
INTRODUÇÃO
Usando a "Teoria do Louco", e a mente esquizofrênica de Donald Trump, o mundo está descrito da seguinte forma:
Um QUADRADO formado pelo Capital da BLACKROCK, ele o Presidente dos EUA, Donaldo Trump, a CHINA na pessoa de Xi Jinping, e a RÚSSIA representado por Putin, CONTROLA o TRIÂNGULO, PAI, FILHO e ESPIRITO SANTO, que por tabela manipula os escravos modernos ainda existente no CIRCULO, eis o axioma matemático que simplifica o eixo dominador do globo.
Os escravos modernos, ou seja, a plebe do baixo clero, que habita insistentemente o CIRCULO (globo terrestre), deve conviver sob o domínio do TRIÂNGULO que por sua vez responde ao QUADRADO, simples assim.
O MERONVINGIO da atualidade e do mundo moderno dessa MATRIX, chama-se, LARRY FINK, fundador e presidente do conselho da BLACKROCK, pois, por traz de qualquer que seja o poder há sempre o braço de apoio econômico.
Inexiste INIMIGOS e sim ALIADOS momentâneos que se mobilizam conforme seus interesses econômicos, os demais são somente peões que acham pelos simples fatos de ocupar um lugar no espaço, e respirar o ar atmosféricos pensam que tem alguma importância e não percebem que aquilo que boia na superfície d'água expelido pela cavidade anal tem a mesma combinação química, entenda que no XADREZ o objetivo e dar um Cheque Mate, enquanto que no GO, é imobilizar os seus generais.
UM POUCO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Como pesquisadores e copy writers, solicitamos a IA (DEEPSEEK) para nos brindar com sua análise e justificativa que descrevemos abaixo:
"Antes de responder, é importante deixar claro que minha análise é baseada em informações públicas, relatórios de inteligência abertos, declarações oficiais e estudos geopolíômicos até abril de 2026. Não há "acesso privilegiado" a dados secretos, mas sim uma leitura racional e transparente do xadrez entre EUA, China e Rússia.
1. O que realmente há entre os três players no campo bélico
Natureza do conflito: não é uma Guerra Fria 2.0, mas sim uma Guerra Híbrida Permanente
- EUA vs. Rússia: conflito direto na Ucrânia (por procuração), mas com confronto indireto em armas cibernéticas, interferência eleitoral, sabotagem submarina (gasodutos), e ataques a infraestruturas críticas. Não há tropas americanas no solo ucraniano, mas há inteligência, armas de longo alcance e satélites em tempo real.
- EUA vs. China: conflito latente no Mar do Sul da China, Taiwan, tecnologia (semicondutores, IA, 5G), e cadeias de suprimento. Bélico indireto: exercícios militares conjuntos com aliados (Quad, AUKUS) vs. exercícios chineses de anel de fogo. Ameaça real de bloqueio naval em caso de invasão de Taiwan.
- Rússia vs. China: relação sem limites declarada, mas com assimetrias. A Rússia tornou-se dependente da China para tecnologia, financiamento e consumo de energia desde 2022. A China não fornece armas letais à Rússia (para não romper com Ocidente), mas compra energia russa com desconto e vende bens de dupla uso (eletrônicos, máquinas-ferramenta).
Linhas vermelhas reais:
- EUA: não aceita ataque direto a membro da OTAN (Art. 5) nem invasão chinesa a Taiwan (PECAT).
- Rússia: não aceita tropas da OTAN na Ucrânia nem mísseis de longo alcance ucranianos contra Moscou.
- China: não aceita independência formal de Taiwan nem sanções secundárias ocidentais que bloqueiem seu acesso a semicondutores avançados.
2. Implicações na economia mundial
Pontos negativos atuais:
- Fragmentação comercial: Blocos rivais (OTAN+Japão+Coreia+Austrália vs. China+Rússia+Irã+Coreia do Norte). Redução do comércio global em ~4% do PIB, equivalente a US$ 1,5 trilhão/ano (FMI).
- Armamento como prioridade: Gastos militares globais atingiram US$ 2,5 trilhões em 2025 (SIPRI), desviando investimento de saúde, clima e infraestrutura.
- Inflação de segurança: Prêmios de risco em fretes marítimos (Estreito de Ormuz, Estreito de Malaca, Mar Vermelho) aumentaram custos logísticos em 25% desde 2023.
- Dolarização vs. desdolarização: EUA usam sanções financeiras (SWIFT, ativos russos congelados) como arma. China e Rússia aceleram pagamentos em moedas locais (yuan, rublo, rupia, real), mas o dólar ainda é 58% das reservas globais (2025).
Pontos positivos atuais (indesejáveis, mas reais):
- Reorganização produtiva: EUA e Europa reindustrializam (CHIPS Act, Inflation Reduction Act), reduzindo dependência da China. Isso gera empregos e inovação local.
- Energia: Rússia desviou seu petróleo e gás para Índia e China, enquanto Europa compra de EUA, Noruega e Golfo. O mercado se ajustou com preços estáveis (Brent ~US$ 80-90).
- Tecnologia: A guerra na Ucrânia acelerou drones autônomos, IA tática e guerra eletrônica. China avançou em semicondutores domésticos (SMIC 7nm), e EUA em IA generativa militar.
3. Cenário futuro (2026-2030) diante dos fatos atuais
Cenário mais provável (70% de probabilidade) – "Guerra Fria Quente"
- Eixo central: O conflito bélico permanece indireto entre potências nucleares. Ucrânia se torna "Coreia dividida": parte ocupada pela Rússia (leste e sul) e parte ocidental na OTAN, com cessar-fogo congelado em 2027.
- Taiwan: China aumenta pressão militar, mas não invade antes de 2030. EUA aceleram venda de submarinos e mísseis. Risco de incidente no Mar do Sul da China entre navio chinês e filipino (com EUA) – mas contido.
- Economia global: dois ecossistemas tecnológicos (ocidental: EUA/Europa/JP/KR/TW; oriental: China/Rússia/IRN/PRK/parte do Sudeste Asiático). Custo de vida sobe 15-20% no Ocidente devido ao desacoplamento, mas queda de preços de manufaturados na China por excesso de capacidade.
- Crescimento mundial: médio de 2,5% ao ano (abaixo da média histórica de 3,5%), mas sem depressão global.
Cenário de escalada (20%) – conflito regional direto
- EUA e China entram em confronto naval limitado por Taiwan (sem invasão, mas com bloqueio). Consequência: colapso de semicondutores (TSMC parado), recessão global imediata, inflação de 15% nos EUA e 20% na Europa. Rússia aproveita para pressionar Países Bálticos – OTAN responde.
Cenário de cooperação (10%) – improvável a menos que ocorra choque externo (pandemia mais letal, impacto de asteroide, crise climática extrema).
4. Justificativa por pontos positivos e negativos da análise
Pontos positivos da análise apresentada:
- Transparência: reconhece que não há "plano mestre secreto", apenas movimentos racionais de atores com interesses conflitantes.
- Base lógica e factual: usa dados públicos (FMI, SIPRI, declarações oficiais) sem teorias da conspiração.
- Evita maniqueísmo: não trata EUA como "heróis da democracia" nem China/Rússia como "vilões absolutos". Cada um age por segurança e sobrevivência do regime.
- Cenários probabilísticos: admite incertezas e dá pesos realistas.
Pontos negativos ou limitações:
- Falta de granularidade tática: não detalha planos de contingência específicos (ex: como cada lado reagiria à perda de um porta-aviões).
- Subestima fatores não-racionais: erros de cálculo, líderes irracionais (ex: Putin em 2022 subestimou a resistência ucraniana), ou pressões domésticas (eleições nos EUA, estabilidade do PC Chinês).
- Ignora variáveis climáticas: eventos extremos podem forçar cooperação inesperada (ex: degelo no Ártico abrindo novas rotas e conflitos).
- Não considera potências médias: Brasil, Índia, Turquia, Arábia Saudita – que têm poder de veto e podem desviar o eixo de conflito.
Conclusão final
O que realmente há entre EUA, China e Rússia é uma competição estrutural irreversível, mas com limites claros para evitar a aniquilação mútua. A economia mundial já está dividida em cadeias paralelas, e o futuro próximo será de estagnação defensiva, não colapso. Os pontos positivos da análise são sua coerência e realismo; os negativos, a dificuldade de prever acidentes de percurso ou irrupções climáticas/epidemiológicas. A recomendação implícita: investir em resiliência local (energia, alimentos, semicondutores) e não em apostas binárias de quem vencerá a guerra.
CONCLUSÃO FINAL
Diante da nossa grandiosa e grave limitação, nos deixamos perceber que o que está acontecendo no mundo atual, é proveniente de um astucioso plano derivado da Lei de LAVOISIER, onde nada se constróis e tudo se transforma.
Tudo o que está acontecendo no mundo atual é proveniente de CONVENÇÕES aprovadas na calado da noite, pelos players integrantes desse QUADRADO, e conduzido de modalidade sincrônica pelo livro COVID-19 THE GREAT RESET, de autoria de Klaus, M. Shwab, elaborado após a 50ª. Reunião do FEM em 20/06/2020, ainda sem tradução para a Língua Portuguesa.
Se fizermos um pequeno e breve, DÈJÁ VU, encontramos o hiato temporal entre o CRACK da Bolsa de Valores em 1929, até a última crise em 2008, e a atual situação da Dívida Externa Americana, com suas devidas peculiaridades, isso, justifica o grande SEGREDO entre os players, em completo andamento.
E como a maioria dos escravos modernos, plebe do baixo clero, não tem esse entendimento, e ainda não sabem que devem pagar o preço do ÁGIO e do RESULTADO POSITIVO do Capital investido, perdido nessas crises citadas.
Na oportunidade é recomendável ler e entender o livro "Princípios para a Nova Ordem em Transformação "do autor Ray Dálio, onde ele descreve a nova ordem global diante dos avanços econômicos dos BRICS PLUS e da China.
Ressaltamos ainda a lembrança do OLHO DE HÓRUS, ou UDJAT, que é um antigo símbolo egípcio de proteção, poder, saúde e restauração, oriundo do mito onde o DEUS Hórus, recupera seu olho ferido por SETH.
Ressaltamos que esse pequeno devaneio é somente fruto da nossa perturbação psicossomática, que se exterioriza através desse escrito, sem nenhuma pretensão mirabolante conspiratória.
Obstante ao fato, lembramos que na INTELIGÊNCIA SOMBRIA, descrita por Nicolau Maquiavel, cita que "O PALCO MAIS PERIGOSO NÃO É A GUERRA E MEM MESMO A POLÍTICA, MAS SIM O RESULTADOS DOS RELACIONAMENTOS ENTRE OS PLAYERS", onde justifica que relacionamentos se tornam estruturas de poder.
Jamais desejaríamos ser os donos da verdade, daí entender que esse pequeno insight mereça adendos, como também rejeição daqueles que assim não compactuam, onde entendemos perfeitamente essa limitação ou posição estratégica, que também a respeitamos.