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Quaresma e Ramadã diferenças fundamentais educacionais e culturais

Com o mundo e o BRASIL passando por mudanças profundas transformações, sendo integrante dos BRICS PLUS, precisamos vivenciar a Nova Ordem em Transformação, já que devemos aprender novos idiomas

Autor: Elenito Elias da Costa e Levy da CostaFonte: Do autor

"Acreditamos que o CONHECIMENTO se expande a proporção da comparação dos fatos e acontecimentos, daí podemos elevar o nosso know how, expertise e background."

INTRODUÇÃO

Com o mundo e o BRASIL passando por mudanças profundas transformações, sendo integrante dos BRICS PLUS, precisamos vivenciar a Nova Ordem em Transformação, já que devemos aprender novos idiomas, cientes dos grandes investimentos que os parceiros estão realizando em nosso país.

O objetivo e maior foco desse insight, é fazer uma comparação em período especial conforme as religiões citadas, e na oportunidade elevar a nossa capacitação e qualificação, expandindo o nosso CONHECIMENTO.

Ressaltamos que o que nos faz ser humano é a nossa identidade religiosa em saber que certas identidades quando observamos as comparações informadas a seguir, isso se chama HUMANISMO.

OBSERVAÇÕES EDUCACIONAIS E CULTURAIS

Em nossa pesquisa buscamos o sitie Brasil Árabe e procuramos nos relacionar com árabes raiz, para identificar certas particularidades, senão vejamos:

BRASIL

Olá, Bom Dia. Como está você? Obrigado.

ÁRABE(Mulçumano)

Allah Akibar, Salemalenco, Katy Holika? Schacran.

Tradução: Alá é Grande, Que a Paz esteja convosco, e que minha mente, boca e coração te saúdam, Como está você? Obrigado.

Resposta: Malenkosalan (Te desejo o mesmo em dobro).

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Como pesquisadores e escritores buscamos junto a inteligência artificial (MANUS AI 1.6 Lite), e ela nos brindou com:

"Análise Comparativa da Quaresma e do Ramadã: Tradições de Jejum e Reflexão

Introdução

A Quaresma e o Ramadã representam períodos de profunda significância espiritual e cultural para bilhões de pessoas em todo o mundo. Embora enraizadas em tradições religiosas distintas — o Cristianismo e o Islã, respectivamente —, ambas as observâncias compartilham o propósito fundamental de promover a introspecção, a purificação espiritual e a conexão com o divino através de práticas como o jejum, a oração e a caridade. Este documento visa explorar, de forma detalhada e acadêmica, as origens históricas, os significados teológicos, as práticas rituais e os costumes culturais associados à Quaresma e ao Ramadã, destacando suas semelhanças e diferenças para uma compreensão mais abrangente dessas importantes manifestações de fé.

A Quaresma no Cristianismo

A Quaresma é um período litúrgico de quarenta dias de preparação para a celebração da Páscoa, a festa central do Cristianismo que comemora a ressurreição de Jesus Cristo. Sua origem remonta aos primeiros séculos da Igreja, sendo formalizada como um tempo de penitência e renovação espiritual.

O número quarenta possui um profundo simbolismo bíblico, evocando os quarenta dias de jejum de Jesus no deserto antes de iniciar seu ministério público, os quarenta anos de peregrinação do povo de Israel no deserto, e os quarenta dias do dilúvio.

Práticas e Costumes

As práticas quaresmais são centradas no jejum, na oração e na caridade (esmola), com o objetivo de fortalecer o espírito e aprofundar a fé. O jejum na Quaresma, embora menos rigoroso que em outras tradições, historicamente implicava a abstinência de carne vermelha, especialmente na Quarta-feira de Cinzas (que marca o início da Quaresma) e nas Sextas-feiras. Além disso, muitos fiéis optam por renunciar a outros prazeres ou hábitos como forma de penitência e autodisciplina. A oração é intensificada, e a caridade é encorajada como expressão de amor ao próximo e solidariedade. Outros costumes incluem a confissão sacramental e a prática da Via Sacra, que medita sobre os passos de Jesus em sua Paixão.

Calendário

A Quaresma inicia-se na Quarta-feira de Cinzas e culmina na Quinta-feira Santa, antes do Tríduo Pascal. A data da Páscoa, e consequentemente da Quaresma, é móvel, sendo determinada pelo calendário lunar, caindo no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre depois do equinócio da primavera no hemisfério norte.

O Ramadã no Islã

O Ramadã é o nono mês do calendário islâmico e é considerado o mês mais sagrado para os muçulmanos. É o período em que se acredita que o Alcorão, o livro sagrado do Islã, foi revelado ao Profeta Muhammad no ano de 610 d.C., durante a Noite do Destino (Laylat al-Qadr). O jejum durante o Ramadã, conhecido como Saum, é um dos cinco pilares do Islã, sendo uma obrigação religiosa para todos os muçulmanos adultos e saudáveis.

Práticas e Costumes

Durante o Ramadã, os muçulmanos praticam um jejum rigoroso do amanhecer ao pôr do sol, abstendo-se completamente de comida, bebida, fumo e relações sexuais. Este jejum diurno é uma forma de purificação, autodisciplina e empatia com os menos afortunados. As refeições são realizadas antes do amanhecer (Suhoor) e após o pôr do sol (Iftar), frequentemente em comunidade, fortalecendo os laços familiares e sociais. A recitação do Alcorão é intensificada, e a caridade (Zakat) é praticada com maior fervor. O Ramadã é um tempo de reflexão, oração e busca por uma maior proximidade com Deus (Allah).

Existem exceções ao jejum para aqueles que não podem cumpri-lo por motivos de saúde, idade avançada, gravidez, amamentação, menstruação ou viagem. Nestes casos, a pessoa deve compensar os dias de jejum perdidos em outro período do ano ou, se impossibilitada, alimentar uma pessoa necessitada por cada dia não jejuado.

Calendário

O calendário islâmico é lunar, o que significa que o Ramadã se move aproximadamente 11 dias a cada ano em relação ao calendário gregoriano. O início do Ramadã é determinado pela observação do primeiro crescente lunar. O mês termina com o festival de Eid al-Fitr, a "Festa da Quebra do Jejum", uma celebração de três dias que marca o fim do período de abstinência.

Comparação e Diferenças

Embora a Quaresma e o Ramadã sejam períodos de jejum e reflexão em suas respectivas fés, existem diferenças significativas em suas origens, teologia, práticas e calendários. A tabela a seguir sumariza os principais pontos de comparação:

Característica

Quaresma (Cristianismo)

Ramadã (Islã)

Religião

Cristianismo (Catolicismo, Ortodoxia, algumas denominações protestantes)

Islã

Duração

Aproximadamente 40 dias (excluindo domingos em algumas tradições)

29 ou 30 dias (um mês lunar completo)

Início

Quarta-feira de Cinzas

Observação do primeiro crescente lunar do nono mês islâmico

Término

Quinta-feira Santa (antes do Tríduo Pascal)

Eid al-Fitr (Festa da Quebra do Jejum)

Foco Teológico

Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo

Revelação do Alcorão ao Profeta Muhammad, submissão a Allah

Refeições

Não há refeições específicas de quebra/início do jejum

Suhoor (antes do amanhecer) e Iftar (após o pôr do sol)

Calendário

Móvel, baseado no calendário lunar e equinócio da primavera

Móvel, baseado exclusivamente no calendário lunar islâmico

Exceções ao Jejum

Geralmente não há exceções formais, mas a interpretação varia

Grávidas, doentes, idosos, viajantes, menstruadas (com compensação)

Semelhanças e Propósitos Comuns

Apesar das diferenças, Quaresma e Ramadã compartilham propósitos espirituais e sociais notáveis. Ambos os períodos incentivam a autodisciplina e a purificação, convidando os fiéis a se afastarem de indulgências mundanas para se concentrarem em sua vida espiritual. A oração é intensificada em ambas as tradições, buscando uma conexão mais profunda com o divino. A caridade e a solidariedade com os necessitados são pilares fundamentais, refletindo a importância de transcender o individualismo e praticar a compaixão.

Em uma perspectiva mais ampla, o jejum, presente em diversas religiões e culturas ao longo da história, serve como um meio para reduzir a vida ao essencial, praticar a renúncia e descobrir novas dimensões do ser humano. Ele também pode gerar uma sensação de "falta" que serve como um lembrete da vitalidade e da abundância que muitas vezes são dadas como certas, promovendo a gratidão e a introspecção.

Conclusão

A Quaresma e o Ramadã, embora distintos em suas narrativas fundacionais e rituais específicos, convergem em seu objetivo de oferecer aos crentes um caminho para a renovação espiritual e o crescimento pessoal. Ambos os períodos são testemunhos da capacidade humana de autotranscendência e da busca universal por significado e conexão com o sagrado. A compreensão e o respeito por essas tradições não apenas enriquecem o diálogo inter-religioso, mas também revelam a profundidade e a diversidade da experiência humana de fé.

Referências

[1] Brasil Escola. "Quaresma: o que é, quando surgiu, práticas comuns". Disponível em:

[2] Biblioteca Católica. "Quaresma: um guia completo para católicos". Disponível em:

[3] Brasil Escola. "Ramadã: o que é e quais são os costumes". Disponível em:

[4] CNN Brasil. "Ramadã: entenda o que é, curiosidades e como se comportar em países islâmicos nesse período". Disponível em:

[5] National Geographic Brasil. "Quaresma, Ramadã e Yom Kippour: por que todas as principais religiões jejuam?". Disponível em:"

(MANUS AI)

CONCLUSÃO

Particularmente informamos que para a realização desse pequeno insight, tivemos que contatar com alguns amigos árabes, onde tivemos que fazer uma reciclagem em nossos conhecimentos nesse idioma, mas acreditamos que deu tudo certo.

Observamos certas semelhanças em respeito ao período objeto desse escrito, e isso nos chamou atenção, diante do tapete, os dois livros do alcorão, se volta para Meca e Medina na Arábia Saudita, a entonação da voz em suas orações, a roupa branca, a logística em sua mobilização, o perfume, a separação de gêneros na entrada do templo, e demais detalhes.

Outro fator que nos chamou atenção e a rigidez do cumprimento da Lei Islâmica, chamada de Xaria, onde observamos certas rigidez comportamental e social existente, inclusive sua punição.

A Burka, que é uma vestimenta preta das mulheres, onde não podem adentrar no templo naquele período, cobrindo da cabeças aos pés, e observamos diversas proibições e comportamentos específicos.

Confessamos que aprendemos muito com nossos interlocutores, pois a facilidade de falar seu próprio idioma, nos possibilitou uma interação mais profunda.

Pedimos desculpas àqueles que não compactuam com esse insight, e compreendemos perfeitamente essa limitação, mas entendemos que muitas vezes somos obrigados a falar o idioma do convidado para que possamos trazer para nosso leitor detalhes onde acreditamos que ignoram.